quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
COP 15 trará a solução?
Em Copenhague na Dinamarca, representantes dos países estão discutindo medidas para conter o aquecimento global, este que a pouco tempo esteve sob suspeitas de manipulação de relatórios. Esse encontro é uma espécie de revisão dos pontos acordados em 1992 no Rio de Janeiro e posteriormente em Kioto (1997) e agora será feito um novo acordo entre as nações.
Mas ninguém quer abrir mão do seu "direito" de destruir o mundo (não sou nenhum ambientalista demagogo mas isso é verdade) então cada um puxa a sardinha pro seu lado. Ontem surgiram acordos paralelos ao encontro, onde os países com mais poder defenderam seus objetivos e atribuíram de certa forma toda a responsabilidade para os países mais pobres, sempre de procurando tirar a ONU do jogo.
Isso deixa ainda mais claro que esse tipo de encontro não é eficiente e que este muito provavelmente não o será. A ideia de que o mundo é de todos e que se cada um vier a fazer sua parte as coisas mudarão, vem completamente por água abaixo quando nos deparamos com esse tipo de situação porque se os nossos representantes, aos quais atribuímos o poder de decidir o caminho a ser seguido e que possuem uma efetiva contribuição para uma mudança realmente relevante se comportam de uma forma tão egoísta que o cenário se torna desesperador.
Na semana que vem os líderes de cada país se reunirão para definitivamente selarem um acordo em torno das medidas para conter o aquecimento global, mas não acontecerá muita coisa diferente do que vem se desenhando, ninguém quer deixar de lado o crescimento e de alguma forma isso vai pra conta dos menos favorecidos, seria essa a melhor solução?
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Taxa de Juros, Inflação e o Ano Eleitoral
O Copom se reunirá hoje e emanhã para decidir sobre o futuro nos próximos meses da taxa de juros básicos e a mais provável decisão, segundo especialistas, é de que fique inalterada mantendo-se em 8,75% ao ano. Esse número deverá tornar-se maior no ano que vem para tentar conter o crsecimento que está projetado para 6%, considerando o fraco crescimento obtido neste ano.

Devido o grande trauma que temos com a inflação o governo não hesita um instante quando observa a possibilidade de um aumento desta, que está prevista para 4,7% em 2010, número que apesar de não ser motivo para desespero torna totalmente aceitável tais medidas governamentais.
Dai surge a possibilidade de o Presidente do Banco Central, Henrique Meirelles lançar candidatura no ano que vem (então ele renunciaria à presidencia em março) isso agregado também ao período eleitoral, que esse ano será bastante acirrado elevando ainda mais os gastos do governo, trará uma incerteza com relação às medidas a serem tomadas. Surgem dúvidas na cabeça do brasileiro e dentre várias uma me traz mais temor: será feito o que for melhor para a economia brasileira ou será tomada a decisão que não prejudique ou ainda beneficie uma chapa ou outra? Vamos aguardar os próximos acontecimentos.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
China: a Próxima Super Potência

A China vem conquistando nos últimos anos um espaço relevante no cenário econômico mundial. Com um crescimento acentuado e constante nas décadas anteriores, com início após a "revolução" política e social da década de setenta. Hoje a China já tem uma economia cosideravelmente evoluída e com os efeitos diretos nas principais potências da crise financeira que assolou o mundo a alguns meses, a influência Chinesa na economia mundial vem tornando-se cada vez mais ponderante. O país está se abrindo cada vez mais ao mundo e isso o coloca no centro das grandes decisões políticas, econômicas e sociais que definem os rumos a serem seguidos pelos nações. Um quadro vem tomando formas constantemente menos obscuras, um novo cenário mundial dividido agora em duas potências, uma espécie de G2, tendo um lado ainda os Estados Unidos e do outro a China. Mas continuando nesse ritmo logo teremos novamente uma única economia soberana e se o século passado foi dominado pelos Americanos, arrisco-me a afirmar que esse será o século dos Chineses.
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